Queria revelar
O sem-nome das
horas
E guardar num sopro
a escuridão e a claridade
da mesma palavra
Queria encontrar um
lugar, mas não sei como ele é
O lugar da distância vai se
guardando
A palavra da Vida
a palavra
E a vida?
E a vida?
E a vida?
30.11.2008 3h a.m.
Num sistema
fechado de
arcabouços
Numa nuvem velha de tristeza
Em dois olhos abertos a
fitar a noite, num
tempo de capital em que
não se vê as estrelas
Perco a conectividade
com o rumor da
madrugada
Acho o cansaço
do dia sem
viver o sono.
30.11.2008 3h a.m
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